Na semana passada, o Ministério da Educação divulgou o investimento médio nacional feito por aluno nos diferentes níveis de ensino (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e superior). Segundo o estudo, cada criança matriculada na educação infantil brasileira representa um investimento de R$ 2.206 anuais. Na cidade de Feliz, o investimento médio é 97,7% superior: no ano passado, cada aluno da Educação Infantil representou um investimento de, em média, R$ 4362. Deste total, R$ 4008 saíram do cofre público, enquanto R$ 354 foram custeados pelos CPMs.
A Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica, tendo como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos nos aspectos físico, psicológico, intelectual e social. A Educação Infantil brasileira vem passando por uma longa e permanente transformação, especialmente nos últimos 20 anos. “Se antes as escolas responsáveis pela fase inicial do aprendizado da criança tinham caráter assistencialista, hoje é consenso que estas mesmas escolas devem estar diretamente ligadas a Educação”, salienta Margarete Ferreira, da Secretaria de Educação felizense. Especialistas em Educação reconhecem a importância do desenvolvimento integral nos primeiros anos de vida e encaram a vivência escolar como parte essencial deste processo.
Um escola de educação infantil deve tornar acessível às crianças que a frequentam, indiscriminadamente, elementos da cultura – enriquecendo seu desenvolvimento e inserção social. Como forma de valorizar a educação infantil, a Prefeitura de Feliz inclui em suas despesas a contratação de pessoas (com todos os encargos), pagamento de plano de saúde, auxílio alimentação e vale transporte, além dos custos operacionais de cada uma das quatro EMEIs (água, luz, alimentação, material e serviços de manutenção e a oferta de cursos de capacitação dos profissionais da educação).
Os CPMs – organizações compostas por pais e professores que atuam voluntariamente em prol da escola, visando o mais amplo desenvolvimento das atividades escolares – são a forma de a comunidade escolar reunir esforços para alavancar quantitativa e qualitativamente o padrão de excelência das atividades desenvolvidas no ambiente escolar. “É um elo de ligação e comunicação entre pais, mestres e direção, uma forma de todos participarem diretamente da educação e da formação das crianças e colaborarem com opiniões e formas de encontrar soluções equilibradas para pequenos problemas do dia a dia”, comenta Margarete.
No ano passado, havia 352 crianças matriculadas nas EMEIs. Mensalmente, a Administração destinou em média R$ 117,6 mil para a educação infantil. Com o auxílio dos CPMs, este valor investido por mês sobe para R$ 127,9 mil.
Estudantes precisam cumprir horas
A administração felizense solicita aos estudantes que receberam o auxílio estudantil em 2009 e que ainda não cumpriram suas horas, que informem-se sobre como ficar em dia. Há atividades disponíveis na Biblioteca Pública Municipal, na Assistência Social e na Secretaria da Saúde (digitação de notas fiscais). É importante lembrar que todos que não cumprirem suas horas terão que devolver o benefício aos cofres públicos e ficarão impossibilitados de receber futuros benefícios. Informações podem ser obtidas nos fones 3637-4214 (na Biblioteca) ou 3637-1010 (Saúde e Assistência Social).
Crédito: ACOM Prefeitura de Feliz
falasefatos.com.br
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